segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Revolta

Bom, primeiramente, vou explicar o porquê do meu sumiço... Eu fui para casa de uma amiga minha e passei quatro dias lá. Minhas outras amigas vão embora(eu vou morrer de saudade delas) e elas moram no mesmo lugar, então aproveitamos para passar o tempo que nos restava juntas. Foi tão feliz, apesar do fato de que talvez eu não as veja mais...
OK, parei. Vou começar a chorar :'(
E agora explicando o título da postagem... É o seguinte: na casa desta mesma amiga, eu estava assistindo multishow. De repente, aparece o clipe de um tal de Pitbull, entitulado de "I know you want me"(Eu sei que você me quer).

Até aí tudo bem, já que praticamente nenhuma dessas músicas de hoje em dia tem uma letra que preste(menos as dos Jonas) ou um Videoclipe que preste. Mas eu só pensei assim até ver a primeira imagem de mulher, e, adivinhem... Uma brasileira! Uma mulher com uma blusa super apertada nas cores do nosso país, com BRASIL escrito na frente, com uma mini, mini, mini saia, um salto enorme e fazendo uma dança provocante. E de onde vem a minha revolta, você deve estar se perguntando...
Acho que ninguém precisa ser um gênio para perceber que é essa a imagem da mulher brasileira lá fora! A mulher do bundão, peitão, e que é, para não ser muito específica, galinha. Você pode não estar nem aí para isso, mas se lembre que quando você chegar em algum outro país as pessoas podem te olhar pensando naquelas mulheres brasileiras que mal representam o país e achar que você é como elas. Está certo que essa imagem da mulher brasileira surgiu por culpa de uma minoria, de uma mísera parte das brasileiras. Mas, infelizmente, elas são as que mais aparecem no cenário mundial e atualmente seria impossível as pessoas não as encararem como representantes da nossa cultura. Quer um exemplo? Mulher Melancia! Coisa mais indispensável são aquelas letras de funk e as roupas que ela usa. Eu sinceramente não faço ideia de como alguém consegue ouvir aquilo e DANÇAR aquilo. Me desculpa a quem gosta disso, mas vamos combinar que o pessoal lá de fora esta certo de concluir que as brasileiras são assim quando vêem uma delas de short míni, peitos quase de fora, saltão e cantando "agora eu sou solteira e ninguém vai me segurar daquele jeito. levanta a saia, levanta a saia." Se ela não vê problema em fazer isso, pelo menos que não mal representasse a brasileira. Nem toda mulher quer ser vista como ela quer, mas infelizmente sabemos que essa imagem chama mais atenção do que qualquer outra imagem boa que nós tentemos criar. Acha que a maioria dos homens vão ficar olhando para a mulher meiga e fofa ou para a mulher do corpão que gosta de mostrá-lo para todo mundo?
Outro grande responsável por essa imagem é o carnaval. No carnaval as mulher colocam mínimos tapa-sexo em fantasias escadalosas e apelativas e ficam dançando semi-nuas na frente de milhões de pessoas. Alguns podem encarar isso como arte, como parte da nossa cultura. Mas, nos primórdios da festa, ninguém desfilava em carros alegóricos e dançava quase sem roupa. Não é essa a nossa cultura.
E depois dessa onda de mulher fruta, agora temos mais uma bela duma representação do Brasil. Tudo bem, se você quiser se chamar morango, ou melão, melancia, pêra, maçã, qualquer coisa, pelo menos não fique jogando a bunda pro alto fazendo com que todos a sua volta façam a mesma coisa e muito menos cante letras obscenas que digam que você está facinha ou que ninguém pode te segurar. Porque a imagem da mulher brasileira é essa: a mulher fácil, a mulher que não quer nada sério, a mulher que é vulgar. Mas todos nós sabemos que não é assim. A mulher brasileira é a mulher bonita, porém culta, é a mulher respeitosa, a mulher família. Infelizmente temos essa minoria que nos mal representa.
E agora eu me vou... Vou responder os comentários. Ah, desculpem pelo texto ter saído meio destinado às mulheres, mas eu fiquei meio revoltada com esse Pitbull e imaginei que as mulheres entenderiam perfeitamente o que eu digo. Mas, garotos, este texto também foi destinado à vocês. Nunca cheguem em uma garota com tudo achando que ela está para tudo e para todos, porque uma hora você vai levar um tapa e depois vai ficar se perguntando porque levou.
Beijoes, Nickisses e Smackevins..
Lia ;)

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Papai convida você para uma conversa na Cabana

"Publicado nos Estados Unidos por uma editora pequena, A Cabana revelou-se um desses livros raros que, por meio do entusiasmo e da indicação dos leitores, se torna um fenômeno de público: já são quase dois milhões de exemplares vendidos.

Durante uma viagem em um fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas em uma cabana abandonada.

Após quatro anos vivendo em uma tristeza profunda, causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o para voltar à cabana onde aconteceu a tragédia.

Apesar de desconfiado, ele vai ao local do crime em uma tarde de inverno e adentra passo a passo no cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.

Em um mundo tão cruel e injusto, A Cabana levanta um questionamento atemporal: se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar o nosso sofrimento?

As respostas que Mack encontra vão surpreender você e podem transformar a sua vida de forma tão profunda quanto transformou a dele. Você vai querer partilhar este livro com todas as pessoas que ama."

Recentemente eu li o livro "A Cabana", do autor canadense William P. Young. Eu já havia ouvido falar dele há algum tempo, mas ainda não tinha lido. A minha igreja, por exemplo, realizou um debate sobre a história do livro. E esse debate mexeu comigo de tal maneira que eu peguei o livro emprestado e comecei a ler. Quando estava na metade, comprei o meu próprio, que eu mal acabei de ler e já dei à uma pessoa de quem gosto muito e que achei que precisava dele também.

O livro toca em questões complicadas, estas que geraram grande alvoroço no mundo "religioso". Alguns teólogos(pessoas que estudam a bíblia) e cristãos discordaram completamente do modo como William P. Young tratou "Papai", e achei até um livro por aí entitulado "Não Entre Nessa Cabana", um livro que, realmente, não me despertou o mínimo interesse. Eu tenho claras e plenas razões para acreditar que William não escreveu A Cabana sozinho.

O primeiro fato que levou algumas pessoas a discordarem do livro foi a maneira como Deus foi descrito. Deus fora descrito como três pessoas: uma negra gorda, à quem Mack chamava de Papai, uma mulher oriental, nomeada Sarayu e um homem de aparência semelhante a de um homem árabe, Jesus. A ideia de que Deus é três e um ao mesmo tempo pode deixar algumas pessoas confusas. Como Deus pode ser um e três ao mesmo tempo? A verdade é que nenhum de nós entenderá por completo, ou talvez não entenda, porque somos apenas seres humanos. Deus, o Espírito Santo e Jesus são tão íntimos, se amam tanto, que os três são um só. A gente simplesmente não é capaz de entender porque nenhum de nós tem essa capacidade de amar que Deus tem. Claro que todos nós amamos, mas não com a intencidade e com a veracidade do Senhor, porqu somos pecadores. É verdade que Deus nos fez sua semelhança, mas a partir do momento em que pecamos contra a vontade dEle e que decidimos nos tornar independentes, a Criação correu para o lado errado, e o pior: está levando tudo junto. Duvida? É só dar uma olhada no fundo afora.

Às vezes você pode reclamar que ter que trabalhar, estudar, sentir dor é culpa de Adão e Eva(se é que você acredita na história). Mas, parando para pensar, quem disse que se você não estivesse lá hoje não seria você o início do pecado? Quem disse que se VOCÊ estivesse lá hoje você não cometeria o erro de Adão e Eva? O ser humano optou pela idependência. Nós escolhemos ser independentes. E Deus não poderia parar todas as tragédias que vem acontecendo? Ele não poderia impedir a destruição do nosso planeta? Claro que podia, Deus é o Todo-Poderoso! Mas espera, quem foi mesmo que escolheu ser idependente? Nós escolhemos ser independentes! E Deus fazer todas essas coisas seria contra a nossa própria escolha, porque acham que Deus nos deu o livre arbítrio? Ele não conserta porque quem destruiu o planeta foi o ser humano, não Deus! E nós o destruimos cientes de que a culpa foi nossa. Deus não o conserta porque o planeta foi dado à nós para que cuidássemos dele e o fizéssemos crescer. Mas ao invés de ajudar a nossa casa, nós abusamos e usamos de tudo o que há nela sem devolver.

E Deus não poderia nos proteger de toda essa violência? Não poderia evitar que pessoas morressem por injustiça? Poderia, sim. Mas, apesar de Deus nos proteger, é na terra que vivemos e é aqui que moram as injustiças. Deus não quer ver nenhum de seus filhos machucados, nem que essas pessoas sejam ladrões, ou os assassinos e etc. Ele não quer nada disso para nenhum de nós. Mas as pessoas são assim e Deus não pode tocar o coração de alguém se essa pessoa não permitir ser tocada. É como disse, nós escolhemos ser idependentes. Deus nos guarda, e, mesmo se a vida de alguém for morta por injustiça, tenha certeza de que Deus proverá um bem à vida dos que ficaram que a amavam. Deus não precisa usar violência ou qualquer coisa para conseguir o que quer. Ele nunca tiraria a vida de alguém para dar uma lição em outro alguém, ou tiraria a vida de uma pessoa porque ela é má. O que acontece na terra é consequencia do lugar onde vivemos, que é habitado por bilhões de pessoas, pessoas naturalmente pecadoras. Mas, apesar de tudo, Deus sempre está conosco. Deus nunca nos deixa sozinho. E, mesmo que algo aconteça à você, ele está lá com você! Ele está lá para te proteger. E se te proteger significar que você terá de morrer, Deus o trará para perto dEle assim que chegar

E porque Jesus morreu na cruz mesmo que muitas pessoas não acreditassem nele e o desprezassem? Bom, pense que você tem um filho. É fato que, mesmo se o seu filho for um marginal, mesmo que o seu filho tenha errado, mesmo que o seu filho já tenha feito alguma coisa ruim para alguém, você ama esse filho. Há um certo momento no livro em que Mack visita uma caverna, onde ele se encontra com a "sabedoria de Papai", que lhe faz uma série de perguntas a fim de mostrar à Mack o modo como ele estava julgando Deus. O personagem tinha cinco filhos e dentre eles a Sabedoria pediu que escolhesse três para ir para o céu e dois para ir ao inferno. Mack se desespera diante da situação, pois não queria ver nenhum de seus filhos no inferno, nem a menina, Kate, que após a tragédia que envolve todo o enredo do livro tornou-se uma menina fechada, que mal falava com os pais ou manifestava afeto. Então ele cai de joelhos e implora à sabedoria que leve-o no lugar dos filhos, que deixasse todos irem ao céu. E é neste momento que ele compreende o que Deus fez por ele e por toda a humanidade. Ele morreu por amor a nos, e mesmo que muita gente não acredite, Deus as ama também e por cada uma delas deixou que o matassem na cruz, porque o destino de todos nós era morrer por todos os nossos pecados.

Além de todas estas perguntas, o livro envolve muitas outras que sempre deixaram as pessoas confusas, perguntas que nós não paramos de procurar respostas. E as respostas para elas estão em Deus, na palavra dEle e é isso o que Deus nos diz. Ele não quer seguidores. Jesus não é religião. Deus nos criou para sermos seus filhos, seus irmãos, para sermos todos um só nEle, para sermos todos seus amigos. Deus quer conosco não esta relação de servo e de mestre, Deus quer que nós ajamos como seus filhos, Ele quer intimidade conosco. E, como minha última palavra, para parar de contar o livro todo à vocês, eu queria dizer: apenas UM caminho nos leva à Deus. E esse caminho é JESUS. Se alguém te disser que todos os caminhos te levam a Deus, não acredite.

Quem não leu A Cabana ainda deveria correr até a livraria mais próxima e procurar pelo livro. É um experiência única. E, mesmo que não acredite em nada do que eu disse até agora, leia. É lindo.
Então, Papai, obrigada por esta conversa que tive com meus amigos internautas na minha colorida e virtual cabana-blog.

Deixem as suas opiniões sobre o assunto nos comentários, ok?
Beijoes, Nickisses e Smackevins.
Lia ;*

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

2012



Ohohoho! Novidade eu falar sobre coisas estranhas como essa por aqui, não? Porém, eu não estou aqui para dizer que eu acredito ou para dizer que eu não acredito. Vamos apenas analizar os fatos. Todos eles. Tim-tim por tim-tim.
E começando pelo principal motivo de as pessoas estarem enlouquecendo com essa ideia de que o fim do mundo está a apenas dois anos a frente:

O Calendário Maia!
Sim, o calendário Maia é essa coisa estranha aí acima.

Começando pela história deste incrivelmente estranho povo que sumiu do mapa em algum belo dia e que ninguém ainda entende o porquê. Atualmente, os pesquisadores trabalham na hipótese de uma crise na civilização, especificamente uma branda seca.
A civilização maia instiga uma série de questões não respondidas aos diversos paleontólogos, historiadores e antropólogos que investigam este povo pré-coloJustificarmbiano. Os indícios da origem da civilização maia repousam nos sítios arqueológicos da península do Iucatã, que datam entre 700 e 500 a.C. Contudo, novas pesquisas admitem uma organização mais remota, estabelecida em 1500 a.C.
O esplendor da sociedade maia é fundamentalmente explicado pelo controle e as disciplinas empregadas no desenvolvimento da agricultura. Entre os vários alimentos que integravam a dieta alimentar dos maias, podemos destacar o milho, produto de grande consumo, o cacau, o algodão e o agave. Para ampliar a vida útil de seus terrenos, os maias costumavam organizar um sistema de rotação de culturas.
Os maias tiveram uma ampla gama de conhecimentos desenvolvidos no interior de sua cultura. De acordo com algumas pesquisas, eles utilizavam um sistema de contagem numérico baseado em unidades vigesimais e, assim como os olmecas, utilizavam do número “zero” na execução de operações matemáticas. Além disso, criaram um calendário bastante próximo ao sistema anual empregado pelos calendários modernos. Um dos grandes desafios para os pesquisadores da civilização maia gira em torno da decifração do seu complexo sistema de escrita. Um dos maiores empecilhos está relacionado ao fato de que os signos empregados podem representar sons, ideias ou as duas coisas ao mesmo tempo. Além disso, indícios atestam que eles utilizavam diferentes formas de escrita para um único conceito.
Fonte: Maia - A história do mundo
Aí está o quê da questão: o calendário maia acaba exatamente no ano de 2012! E sabe o que leva as pessoas à acreditarem nisso? O fato de este troço ser incrivelmente preciso. Já cheguei à pensar que, sim, foram colonizados por ET's(quem me conhece sabe que eu acredito em vida por aí. Não é possível que sejamos os únicos no universo!), pois eles eram avançados de tal forma que se tivéssemos os seus conhecimentos hoje em dia seríamos talvez mil vezes mais desenvolvidos. Not kidding. Uma pena que alguns seres burraldos queimaram a famosa Biblioteca de Alexandria, o lugar em que todo esse ouro estava guardado, pois eram ignorantes o suficiente para acharem que tudo aquilo era bobagem de um monte de povo doido. Para vocês terem uma ideia do quão preciso era o calendário Maia, vou contar una coisita à vocês. Eles sabia exatamente o dia de plantar e o dia de colher. Era como se eles pudessem prever o futuro, pois sua organização quanto à agricultura, por exemplo, era superprecisa. Sem falar das escritas e dos desenhos estranhos deles.
Talvez os maias simplesmente tenham sido extintos antes de terminar o calendário, ou talvez seja verdade. Talvez eles soubessem mesmo que o fim do mundo seria em 2012. Mas, vai saber?!

Partindo para o segundo motivo:

A Bíblia e o Apocalipse.

O Apocalipse é o livro da bíblia que fala sobre o fim do mundo. Não crê? Bom, eu creio, mas não estou aqui para te convencer a nada. Só, se sentir necessidade, pegue uma bíblia e dê uma lida pelo menos nos últimos capítulos. Você pode se assustar, pode achar uma bobagem, pode rir da minha cara por ter te sugerido a ler isso, pode achar a maior besteira que já ouviu, ou talvez você acredite em tudo o que está escrito ali. Pois eu digo: acredite ou não, aquela é a verdade. Se ainda assim você resistir vou te dizer uma coisa: TUDO o que está acontecendo no mundo nos dias atuais está lá. O aquecimento global, a violência, as guerras, doenças... Tudo isso está acontecendo. Isso e mais. E tudo está escrito por lá.
O último livro da bíblia nos dá sinais. Sinais para sabermos que o fim está próximo. Próximo quanto? Não sei. Pode acabar amanhã assim como pode acabar hoje ou em 2012 mesmo! Mas os sinais do fim já estão aí. Só falta um deles: o falso profeta, o anticristo. Quando ele aparecer... Ah, querido... Tchau, planeta terra! Inclusive, ele já deve estar por aí, só não deu as caras ainda.

Amanhã lança o filme 2012(superoriginal, numa sexta-feira 13). Ele fala sobre o fim, e o que mais me chocou foi o Cristo redentor caindo e sendo engolido pela água(nãããããão), assim como todo o resto do Rio de Janeiro e de mais um monte de lugares ao redor do mundo. Eu vou ver, confesso que fiquei louca pra ver esse filme, deve ser muiiito bom.

A gente vai morrer em 2012? Talvez. O mundo pode acabar em 2012 assim como pode acabar amanhã, ou hoje, como eu disse(Deus queira que não, mas tudo bem). Pode acabar daqui a vinte anos, daqui a dez anos... Mas eu, não sendo nada pessimista, porém realista, não creio que o planeta dure mais trinta anos. Quer dizer, eu não sou Deus para saber dessas coisas, talvez ele faça um milagre e decida deixar a gente aqui por mais um tempo. Afinal, por mais que duremos cinquenta anos a mais, o fim já começou. Fato. E é nossa culpa.

Para fechar o post, o trailer do filme 2012




Beijoes, Nickisses e Smackevins, estou indo responder os comentários;**

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Torcicolo, vídeos engraçados e mais das minhas estranhezas

Hello, people(não liguem para a saudação em inglês, eu ando assistindo Lost demais)

Ok, eu sumi - como sempre - mas estou de volta feliz feliz, alegre alegre para responder aos comentários de vocês e e falar um pouco sobre os fatos ocorridos no período em que estive ausente. Como foi muita coisa, vou falar das mais "importantes"(ok, nada disso é importante, mas, enfim... caham).

A primeira e mais terrible - de novo o maldito inglês, desculpem-me - é que eu acordei hoje sem mover o pescoço. Daí, a inteligência, ao invés de ficar em casa(a dor estava tremenda), vai para o colégio aproveitar o seu maravilhoso dia, que de maravilhoso não teve nada, já que a m**** da dor me atazanou a aula inteira. Aí eu tive que ir para a enfermaria, tomar um comprimido(odeio comprimidos) e a porcaria não passou até agora. Quer dizer, a dor diminuiu, mas continua a mesma jossa. Ó, vida!
OH, G-ZUIZ! Quem viu a edição da quinzena da CAPRICHO com os lindos do Dudu Surita, Caíque Nogueira(que, graças à entrevista descobri que é minha alma gêmea) e Federico Devito babou assim como eu, tenho certeza! Eu estava esperando por eles na capa desde que o Vida de Garoto foi lançado no site da CH, e a revista não podia deixar de estar ótima. As garotas que ainda não compraram tem que correr, porque ouvi dizer que está meio difícil de encontrar em alguns lugares.

Bom, agora dois videozinhos para vocês:

1 - Bounce: Os Jonas Brothers(todos os leitores sabem que eu amo os JB) fizeram um vídeo muito engraçado e botaram no YouTube, só para variar. Exatamente como fizeram com o Joe dançando Single Ladies - quase morri com o Joezin de colan *-* - e vou ter que admitir que a letra é meio boboca, mas o vídeo em si é muito legal(a melhor parte é a do Joe e o BigRob cantando).



2 - Taylor Swift no SNL - Taylor Swift não é só voz e rostinho bonito, ela tem se mostrado mais do que isso: comediante. Ela zoa o Joe Jonas, o Kanye West, o Taylor Lautner e arranca risadas das pessoas pela maneira descontraída de falar sobre a sua vida. Enjoy!



Por hoje é isso, amorecos, até mais.
Beijoes, Nickisses and Smackevins

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Alana - Capítulo 3 - Quer casar comigo?

Saí da casa de Suzana às dez horas da noite, ainda no meio da chuva, e meus pais nem pareceram se preocupar muito. Não ligaram para o meu celular, não ligaram para a casa de Suzana, não vieram me ver... Talvez souberam que eu não estava pretendendo cometer alguma nova loucura, pois apesar de estar grávida, sempre fui uma menina responsável. Eu não sabia antes, mas depois percebi que para tudo tem uma hora, e sem tal conhecimento cometi este lamentável erro.

Depois de andar muito pela rua escura, fria e molhada, cheguei à minha rua, e, praticamente do início, pude enxergar a minha casa, era a única que ainda estava de luzes acesas. A porta de casa estava aberta, e as luzes da sala ainda estavam acesas, o que achei estranho, pois na minha casa todos dormimos muito cedo. Está certo que meus pais tinham sérios motivos para se manterem acordados, mas, mesmo assim, achei estranho que, àquela hora da noite, as luzes ainda estivessem acesas, e a casa não parecia estar vazia.

Devagar, abri a porta e entrei de fininho, na esperança de não ser vista. Mas, para a minha infelicidade, lá estavam todos na sala, aparentemente a me esperar. E todos que eu digo não eram só apenas os meus pais. Eram os meus pais, Digo e os pais dele. Eu até cheguei a ficar com raiva dele, afinal ele havia me dito que iria conversar conosco apenas no dia seguinte, mas imaginei que tivesse uma boa razão para ter ido naquele dia, então decidi ficar calma e ver o que estava acontecendo. Estava meio difícil pensar com todos paralisados olhando para mim.

- Ahm, Filha – recepcionou-me minha mãe, parecendo surpresa por me ver chegar em casa – Você não ia dormir na Suzana?

Fiz sinal negativo com a cabeça e aproximei-me do grupo, que estava sentado nos sofás.

- Alana, não vai cumprimentar os seus sogros? - perguntou-me meu pai, ainda com aparência irritada.

- Dona Ana Lúcia, seu Tadeu – certo, cumprimentei-os com as mãos tremendo.

Os dois devolveram o cumprimento com um sorriso amarelo, visivelmente forçado.

- Digo! - gritei, ao vê-lo do outro lado da sala, sentado na mesa de jantar, sozinho.

Ele virou-se para mim, e os nossos olhos brilharam. Corri para abraçá-lo e beijá-lo, e ele fez o mesmo. Em cinco segundos estávamos no meio a sala, abraçados, chorando. E nossos pais, que observavam a cena de uma maneira indiscutível, sorriram para nós pela primeira vez desde que lhe contamos sobre o bebê(todos menos o meu pai).

- Vocês se amam, não é, meu amor? - perguntou minha mãe.

- Mais do que tudo – respondi, enquanto fazia cafuné nos cabelos do meu futuro marido.

- Então o problema não é tão grande quanto pensei – confessou dona Ana Lúcia – Olha, crianças... Vocês sabem que fizeram uma besteira, não sabem?

- Sim.

- Então chegou a hora de agir como verdadeiros pais. Estávamos aqui conversando e decidimos que vamos ajudá-los, afinal é isso que queremos que façam com o filho de vocês um dia. Não queremos que larguem os estudos, ok? Vocês tem que ter condições para sustentar essa criança!

- Vocês vão continuar a ir à escola normalmente – completou minha mãe – E não quero saber de notas baixas, Alana! Essa criança não teve a mínima culpa de ser gerada, então trate de cuidar dela, com notas baixas no segundo grau você vai ter um sério problema no futuro.

Fiz um sinal de concordância com a cabeça, e Digo também o fez.

- Sabe que serve para você também, não é, filho?

- Sei, mãe.

Meu pai, que permanecia calado até o momento, decidiu dar a sua opinião sobre o assunto. Eu preferia que ele continuasse calado.

- E como vai ser na escola? Todos vão ver a barriga dela? Ai, meu Deus, que vergonha para um pai!

Minha mãe se intrometeu:

- Não diga isso nunca mais, Cássio. Eles erraram, mas Alana é nossa filha e tudo o que você tem que fazer agora é apoiá-la, ao invés de falar esse tipo de coisa. Vai ficar com vergonha dela? Pois não ande com ela, deixe que ando só eu!

- Tanto faz! Ande você então – rebateu meu pai, se jogando no sofá, explicitamente triste e enraivecido.

As lágrimas caíram de meu olhos, e tenho certeza de que de meu bebê também.

- Pai, não importa o que você pense, não importa o que ninguém pensa! Ele é meu filho, não importa o que você diga eu não vou me desfazer dele. Apesar de ainda não ter visto o seu rosto, eu o amo mais do que tudo nesse mundo, assim como amo Digo. Então, peço que se cale, se não quiser falar comigo até o nosso filho nascer, não fale – explodi, aos prantos.

- Não se estresse, Alana. Sei pai está nervoso, ele vai querer ver o seu filho, não é Cássio? - seu Tadeu virou os olhos pra ele, mas ele fingiu que não ouviu – Bom, quem cala consente. Mas, por favor, Alana, não se estresse. Isso pode prejudicar você e o bebê. Eu sempre quis ter um neto. Está certo que não agora, mas já que apareceu agora eu tenho certeza que ele vai ser uma benção de Deus nas nossas vidas. Só o ensinem a não fazer o mesmo que vocês, não quero ser bisavô tão cedo quanto estou sendo avô.

Sorri para seu Tadeu, meu sogro, aparentemente o único que tinha um pensamento otimista sobre a situação além de Digo. Vi de quem ele puxara isso.

- Alana – sussurrou Digo em meu ouvido, enquanto nossos pais conversavam alguma coisa sobre a educação do nosso filho(acho que, como minha mãe não pôde ter mais filhos além de mim, ela até ficou feliz com notícia e está fazendo de tudo para amenizar a raiva do meu pai) – Posso falar com ele?

Em um primeiro momento achei que ele estivesse falando do meu pai, mas depois que o vi se abaixar percebi que estava falando do nosso filho.

- Claro, amor. Ele é seu também.

Ele fechou os olhos e tentou conter as lágrimas, mas o rosto vermelho e os soluços o entregaram. Levantou minha blusa, abraçou minha barriga e começou a repetir, enquanto chorava:

- Nunca nada de ruim vai acontecer com você! Você não é um erro, você é o maior acerto da minha vida. Nunca nada de ruim vai acontecer com você... Nada, nada...

Me abaixei, devagar, ainda derramando lágrimas, e o abracei e o beijei.

- Porque veio aqui hoje?

- Para isso.

Digo tirou do bolso uma pantufinha de crochê, bem pequena. Uma pantufinha de bebê.

- Atenção de todos, por favor! - bateu palmas, com o sapatinho em mãos.

- Digo, o que você... - tentei entender o que se passava, mas fui interrompida.

- Calma, amor, um minuto – tomou fôlego – Seu Cássio?

- O quê? - virou-se meu pai, sob o olhares de todos na sala.

- Eu gostaria de... Eu gostaria de... - gaguejou.

- De que, meu filho? - questionou dona Ana Lúcia, ao observar o seu nervosismo.

Digo caminhou em direção à onde meu pai estava sentado e pediu, tremendo.

- Gostaria de pedir a mão de Alana em casamento.

Minha mãe arregalou tanto os olhos que achei que fossem pular para fora, e meu pai não deixou de fazer o mesmo. Acho que, pela primeira vez no dia inteiro ele não deu um ataque de nervos e decidiu ouvir o que o genro tinha a falar.

- A ma..mão da minha filha? - engasgou-se meu pai.

- Sim, eu quero me casar com ela.

Papai revirou os olhos e engoliu em seco aquelas palavras. Acho que, para todo pai, este momento é uma perda. Ainda mais para o meu pai, a quem deixei tão cedo. Mas acho que, naquele momento, ele finalmente entendeu que o que sentíamos um pelo outro era completamente verdadeiro e que estávamos completamente dispostos à passar o resto das nossas vidas juntos. Talvez tenha se lembrado do amor que sente pela minha mãe, pois, apesar de brigarem às vezes, eu tenho certeza de que os meus pais se amam muito. E naquele momento ele entendeu que apesar de sermos jovens nos amávamos como qualquer casal adulto ou qualquer casal de idosos, aqueles que passaram a vida inteira juntos...

- Por que quer se casar com ela? - pôs à prova a coragem de meu namorado.

- Porque a amo. E eu prometo cuidar dela e do meu filho durante todos os meus dias de vida.

Meu pai permaneceu com sua expressão indiferente intacta, porém concedeu permissão ao pedido de Digo.

Eu não podia acreditar no que via. Apesar de saber que ele me amava muito, nunca imaginei que me pediria em casamento nem em uma situação como essa, muito menos imaginei que meu pai lhe concederia permissão. É, Suzana estava certa. Sem poder evitar, me emocionei e comecei à chorar mais ainda(aquele dia foi um dos em que mais chorei em minha vida), enquanto ele trazia o sapatinho de crochê na mão. À essa altura, mamãe e dona Ana já estavam aos prantos de emoção.

- Amor, um bebê não tem um pé só – brinquei.

Ele aderiu à uma expressão séria, segurou minha mão direita e tirou um anel de dentro do sapatinho.

- Alana, faz um ano que eu te conheci, e desde aquele ensolarado dia de outono eu não sei viver sem você e sem o seu sorriso.

- E eu sem o seu! - completei, animadíssima e muito feliz.

- Sei que erramos. Mas o nosso amor é capaz de superar isso e também é capaz de encarar a vinda deste bebê, porque tenho certeza que, mesmo não tendo nascido ainda, ele já sente o amor que temos por ele. Eu te amo e quero passar toda a minha vida junto com você. Então...

Ele colocou o anel no meu dedo. Um anel lindo, de ouro, com uma pedra de brilhante. Então, naquele exato momento, eu me senti como se estivesse no céu. Me senti a menina mais sortuda e amada do mundo inteiro. E me senti uma princesa quando ouvi a pergunta que toda mulher deseja ouvir de alguém especial um dia:

- Alana, amor da minha vida, mãe do meu filho... Quer se casar comigo?

- Ohhh! - minha mãe desabou à chorar.

Enxuguei as minhas lágrimas e o beijei. Foi como se fôssemos um só, como se nos conhecêssemos a vida inteira, como se não existisse mais ninguém naquela sala além de nós dois.

- Sim, Digo. Quero me casar com você, mais do que tudo, porque eu te amo.

A sala foi recheada pelo barulho das palmas dos nossos pais. Todos estavam felizes, vibravam, choravam, menos o meu pai. Ele continuava sentado no sofá, olhando para o chão, como se nada estivesse acontecendo. Não falava, não sorria, não estava chorando. Estava com o rosto completamente sério, porém não estava com raiva. Estava perdido em algum lugar, com seus próprios pensamentos e não me parecia disposto à voltar tão cedo. Decidi deixá-lo sozinho por um tempo, pois eu sabia que estava sendo difícil para ele.

Minha mãe convidou todos à mesa, e o jantar estava de dar água na boca. Não era aquele jantar tipo ceia natalina, cheio de comidas e de sobremesas, já que mamãe não estava esperando visitas àquela hora da noite. Mas, com certeza, era caprichado como todos os jantares de mamãe: arroz, bife de panela, batatas na manteiga, feijão... Certamente, minha mãe é, até hoje, uma ótima cozinheira.

Digo se sentou ao meu lado, e meu pai, o mais longe possível de nós dois. Passou o jantar todo sem dar um sorriso, de cara fechada, sem dar um ruído sequer. E eu, que antes até cheguei à ficar feliz, entristeci-me de novo. Mas nem sei se fora só por causa do meu pai no momento, mas porque fiquei com medo de nos tornarmos daqueles pai e filha que nunca se falam. Digo percebeu, palavras dele, os meus “olhinhos de preocupação” e, esperançoso e carinhoso como sempre, encorajou-me:

- Alana, você devia conversar com seu pai. Se quiser que eu te ajude, me chama que nós dois conversamos com ele. Eu acho que ele está esperando você ir falar com ele.

- É, acho que sim...

- Então, amor, fala para ele como você se sente, tente entender como ele se sente. Acho que vai ser bom para vocês dois.

Sorri para meu noivo e logo depois para o meu pai, que estava do outro lado da mesa. Mas ele sequer fez questão de devolver o sorriso, apenas continuou a comer como se não tivesse visto nada. A minha tristeza interior só aumentava, mas não queria preocupar Digo. Fingi que estava tudo bem e continuei à comer.

- Alana – ele me chamou – Amanhã é segunda-feira. Tem escola. Acha que devemos falar com a diretora ou coisa parecida?

- Para quê? - interroguei-o, sem entender o porquê da proposta.

- Você sabe... Uma hora todos vão ficar sabendo.

- E daí?

- Seu pai. Ele estava preocupado com isso e...

- Digo! Não acredito que está levando o meu pai à sério. Não importa o que ele diga, eu não tenho vergonha do meu filho. Está certo que eu não tô tão tranquila quanto pareço, na verdade eu estou desesperada com isso tudo acontecendo. Mas não é por isso que eu vou dar um passo para trás!

Digo ia falar alguma coisa, mas dona Ana Lúcia e mamãe nos interromperam, empolgadas:

- E então, queridos, alguma ideia de nome?



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EBAA comprei cores novas de esmalte(coloridas).. Depois eu passo aqui para responder os cometarios, porque minha querida irmã está me exulsando do computador.

Beijoes, Nickisses e Smackevins para vocês ;*

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Unhas coloridas

Oie, gente bonita!

Bom, vim aqui postar algumas fotenhas da minha nova coleção de esmaltes(repare: todos são da Colorama, não me pergunte porque). Ok, meninos, talvez vocês queiram vazar daqui agora, mas, meninas, fiquem, por favor.
A moda por aí agora é o esmalte colorido. Antes eles eram considerados infantis, mas hoje são febre, e eu, que me apaixonei completamente por eles, comprei quinhentas cores diferentes e estou fazendo as minhas experiências. Já pintei as da minha irmã de amarelo(não deu para tirar foto porque ela tirou antes) e de roxo metálico. A minha está azul no momento, e foi a única de que tirei foto. Depois mostro com as outras cores!
Eu sei, minha unha é mini...
Mas, então, o que acharam dos meus esmaltezinhos? E o que acham da moda dos esmaltes coloridos?

Beijoes, Nickisses e Smackevins ;))
PS: Amanhã capítulo 3 de Alana, lindo pra fazer vocês chorarem, chuchus!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Alana - Capítulo 2 - A Melhor Amiga

A casa da Suzie ficava à apenas dois quarteirões da minha. Ela morava lá havia um ano, apenas ela e a irmã mais velha. A duas ganharam a casa de herança do pai falecido e desde que sua irmã atingiu a maioridade as duas moram sozinhas. Para Suzana era um sonho ter uma casa só para ela, e um vez ou outra ela dava festa e chamava todos os amigos. Ah, e claro, os amigos da irmã dela também.

A casa era grande: dois andares, uma varanda, três quartos... E tudo isso para duas adolescentes. Era amarela bem clarinha e possuía um jardim impecável e invejável. Era naquele jardim que nós duas botávamos o papo em dia, conversávamos sobre música, futuro, garotos, tudo! E às vezes nós também estudávamos lá. Não sei direito o porquê disso, mas sempre achei que o melhor lugar no mundo para se passar o tempo era o jardim de Suzana.

A chuva não cessava, então corri o mais rápido que pude até a porta e toquei a campainha umas cinco vezes, batendo o queixo de tanto frio.

- Quem é? - era sua voz, aproximando-se da porta

- Suzie?

Ela então abriu a janelinha da porta para conferir a figura que apertava incansavelmente a sua campainha, e não pude deixar de notar a sua felicidade ao me ver do lado de fora.

- Minha amiga, meu sobrinho – exclamou, enquanto abria a porta.

Forcei um sorriso amarelo que acho que não convenceu muito, mas mesmo assim ela me abraçou com toda a força e quis logo saber como andavam os meus pais e a história do bebê.

- É, Suzana... A situação está feia – lamentei, jogando-me no sofá rosa macio da sala.

- O que aconteceu, Alana? Não me diga que...

- Não, nem pensar! Já não te falei que nem se meus pais tentarem me obrigar eu vou abortar essa criança?

Fez um sinal afirmativo com a cabeça, olhou em meus olhos, e segurou a minha mão.

- Olha, amiga. Eu sei que a sua situação é muito difícil, eu te entendo. Mas nós duas sabemos que foi culpa sua também. Só quero que saiba que não quero te julgar pelo que fez, apesar de eu achar errado, e sim quero te ajudar. Se seu pai te expulsar de casa ou coisa parecida, você e o bebê podem ficar aqui o tempo que quiserem, até o Digo se quiser também pode. Eu estou aqui para te apoiar. Você e o meu sobrinhozinho que está aí nessa barriga!

Novamente fui atacada pelas lágrimas, que agora estavam entre lágrimas de felicidade e lágrimas de frustração.

- Ah, Su... Eu te amo! Muito obrigada por ser a única a me apoiar.

- Estarei sempre aqui quando você precisar, minha grávida preferida! - consolou-me, abraçando a mim e ao “sobrinho” - Então, como é que seus pais reagiram? Acha mesmo que vai ser expulsa de casa?

Suspirei.

- Não sei. Meu pai ficou vermelho de raiva e minha mãe chorou. Digo disse que sua mãe chorou também.

- O Digo já contou? Ai, meu Deus, Alana! Eu estou muito preocupada com essa situação. Sabia que estresse causa aborto espontâneo?

- Ai, nem brinca, Suzana! Eu já estou até me imaginando escolhendo as roupinhas e todo o enxoval do meu filho, não me diga uma coisa dessas.

- Que lindo! Quero ir com você quando for fazer isso, hein?

- Claro – concordei, novamente forçando um sorriso. Claro que ela percebeu.

- Que sorriso é esse, bem? Alana, você deveria estar mais feliz do que preocupada! Claro que você deve estar preocupada, mas olha a situação pelo lado bom: você vai ser mãe! Esse é o maior presente que Deus deu para a mulher.

- Foi exatamente o que o pai do seu sobrinho falou...

- Por falar no que ele anda dizendo... Já contou à ele sobre a reação dos seus pais?

- Já, contei assim que terminei de falar com eles, ou melhor, assim que eles terminaram de brigar comigo. Ele disse que vai amanhã na minha casa falar com eles.

- É? E você acha que ele vai te pedir em casamento?

- Acho, mas talvez não agora.

- Mas ele vai pedir, você vai ver. Conheço o Digo, ele é o retrato perfeito do garoto romântico. Ele nunca deixaria você e o neném desamparados.

- Você tem razão, tenho sorte de ele ser o pai da minha criança...

- É, você tem...

Silêncio se fez e ficamos aproximadamente trinta segundos olhando uma para a cara da outra, se falar nada. Percebi que Suzana queria me falar alguma coisa, mas não chegou a dizê-lo. Apenas sorriu e me ofereceu um pedaço de bolo de chocolate quentinho que acabara de fazer. Acho que ela queria saber mais, queria perguntar, mas talvez achara que não era o melhor momento.

A mesa da cozinha estava toda posta. Segundo Suzie, Samanta, sua irmã, jantara o mais rápido que pudera para não se atrasar para a faculdade e acabou deixando tudo em cima da mesa. Pão, açúcar, café, bolo quentinho... Tudo estava com uma cara muito saborosa, tão bonito que me fez pensar alto:

- Que pão bonito, hein? Tá me tentando.

Quando me dei por conta, Suzana já estava gargalhando.

Acabamos jantando juntas e conversamos sobre tudo, menos sobre a gravidez. Ligamos o computador, falamos com os nossos amigos pela internet, comemos um pote inteiro de sorvete de chocolate, pulamos, colhemos as tulipas do jardim... Bem coisa de amiga mesmo, sabe? Por isso que eu me sentia segura ao lado dela, porque sabia que ela estaria sempre ao meu lado.

*****


Alegria de pobre dura pouco ¬¬ Namoro de uma hora é f***

E, Paula, estamos na mesma situação again, só que agora as coisas se complicaram ainda mais! Ó vida, ó azar!

Mas, infelizmente, faz parte. Acho que foi mais uma das minha tentativas frustradas de ser feliz ao lado de alguém que aparentemente gostava de mim de verdade. Mas, depois, eu ainda acho alguém especial... Eu acho... Espero... Tomara...

Beijoes, Nickisses e Smackevins desanimados de novo.


PS: está errado mesmo william, vlw por avisar. é que às vezes rolam uns errinhos de digitação! tha certinho agora